CBIE 2023

Simpósio Brasileiro de Informática na Educação – SBIE

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Coordenação do Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (SBIE 2023)

Alex Sandro Gomes (UFPE) – Lattes | asg@cin.ufpe.brLeandro Marques Queiros (UFPE) – Lattes | lmq@cin.ufpe.br

Datas Importantes: SBIE 2023

17/07/2023: Data limite para submissão de trabalhos
28/08/2023: Notificação de aceitação de trabalhos
11/09/2023: Data limite para envio das versões finais dos trabalhos (*)
18/09/2023: Data limite para inscrição de pelo menos um(a) autor(a) por trabalh
30/09/2023: Envio do comprovante de pagamento de inscrição e termo de autorização de publicação via JEMS

Apresentação e objetivos

O Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (SBIE) é um evento anual promovido pela Comissão Especial de Informática na Educação (CEIE) da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Tem como objetivos divulgar a produção científica nacional nesta área e proporcionar um ambiente para a troca de experiências e ideias entre pesquisadores, estudantes, professores e demais cidadãos interessados, nacionais e estrangeiros. O SBIE teve a sua primeira edição realizada em 1990 no Rio de Janeiro e, desde então, tem sido realizado anualmente. A partir de 2012 passou a integrar o Congresso Brasileiro de Informática na Educação (CBIE), sendo um de seus principais eventos.
O SBIE prioriza trabalhos que apresentem a concepção, o desenvolvimento e a avaliação de soluções que utilizem métodos e técnicas de Computação para promoção da aprendizagem e/ou para solução de problemas em temas ligados à Educação.Podem ser submetidos artigos completos ou resumidos nos idiomas português, inglês ou espanhol em uma das trilhas a seguir.

Programação SBIE

Trilha 1: Abordagens Metodológicas e Tecnológicas para Educação Básica e Superior

Coordenadores:
Clenya Rejane Barros de Lima (UERR) – Lattes (clenyabarros@uerr.edu.br)
Felipe de Brito Lima (UFRPE) – Lattes ( felipe.britolima@ufrpe.br)
Flávia Veloso Costa Souza, (UFPB) – Lattes (flavia@dcx.ufpb.br)

Esta trilha inclui os seguintes tópicos, sem estar limitada a eles:

    • Tecnologia wireless, móvel e ubíqua em sistemas para ensino/aprendizagem;
    • Plataformas abertas, código aberto, software livre e seus impactos, usos e metodologias em processos de ensino/aprendizagem;
    • Métodos, padrões e repositórios de recursos educacionais digitais;
    • Hardware e plataformas para apoiar processos de ensino/aprendizagem;
    • Arquiteturas pedagógicas para educação híbrida, remota e a distância;
    • Ambientes, metodologias e sistemas para autoria de materiais didáticos (ex.: Objetos de Aprendizagem e afins) para apoiar processos de ensino/aprendizagem;
    • Ambientes e sistemas para a aprendizagem formal, informal e não-formal;
    • Internet das Coisas (IoT) aplicada ao ensino/aprendizagem;
    • Ecossistemas digitais de aprendizagem;
    • Metodologias para avaliação da qualidade de recursos e tecnologias educacionais digitais;
    • Engenharia de software e gerência de projetos de software educacional;
    • Métodos, padrões e processos de desenvolvimento de ambientes e sistemas computacionais para ensino/aprendizagem;
    • Estratégias e ferramentas para medição e avaliação da aprendizagem;
    • Modelos, técnicas e métodos para medição do uso, adoção e aceitação de tecnologias educacionais.

Trilha 2: Jogos, Simuladores e Tecnologias Emergentes na Educação 

Coordenadores:
Marcos Wagner de Souza Ribeiro (UFJ) – Lattes (marcos_ribeiro@ufj.edu.br)
Ana Carolina Gondim Inocêncio (UFJ) – Lattes (anainocencio@ufj.edu.br)

Esta trilha inclui os seguintes tópicos, sem estar limitada a eles:

    • Ambientes/ferramentas para desenvolvimento de jogos/jogos sérios/Realidade Virtual (RV)/ Realidade Aumentada (RA)/ Realidade Misturada (RM)/ Robótica/  Simulações para apoiar o processo de ensino/aprendizagem/treinamento etc;
    • Ambientes/ferramentas para desenvolvimento de jogos/jogos sérios/RV/RA/RM/ Robótica/ Simulações para apoiar o processo de ensino/aprendizagem/treinamento para promoção da acessibilidade e inclusão digital;
    • Método, análise, projeto, desenvolvimento e avaliação de jogos/jogos sérios/RV/RA/RM/Robótica/Simulações educativos;
    • Avaliação do processo de ensino/aprendizagem a partir de jogos/jogos sérios/RV/RA/RM/Robótica/Simulações;
    • Desenvolvimento de habilidades metacognitivas por meio de jogos digitais;
    • Questões sociais e éticas na aprendizagem baseada em jogos digitais;
    • Mundos virtuais 2D/3D e metaversos para apoiar o ensino/aprendizagem;
    • Ambientes gamificados para apoiar o processo de ensino/aprendizagem;
    • Método, análise, projeto e desenvolvimento de gamificação como apoio e ferramenta para fins educacionais;
    • Avaliação da gamificação no apoio ao processo de ensino/aprendizagem;
    • Métodos, padrões e processos de desenvolvimento de ambientes e sistemas computacionais para processos de ensino/aprendizagem;
    • Projeto, implementação e avaliação de laboratórios online para aulas práticas na educação;
    • Sistemas e aplicações multimídia (e correlatos) como suporte instrucional.

Trilha 3: Fatores Humanos em Tecnologia Digital para a Educação

Coordenadores:
Luma da Rocha Seixas (Instituto de Computação – UFBA) – Lattes (seixas.luma@ufba.br)
Cleon Xavier Pereira Júnior (IFGoiano) – Lattes (cleon.junior@ifgoiano.edu.br)

Esta trilha inclui os seguintes tópicos, sem estar limitada a eles:

    • Projeto e avaliação da interação com foco no processo de ensino/aprendizagem;
    • Visualização de informação em sistemas de apoio ao ensino e a aprendizagem;
    • Design participativo no desenvolvimento de tecnologias educacionais;
    • Design de espaços híbridos de aprendizagem;
    • Interfaces de hardware e/ou software para educação especial;
    • Design inclusivo e universal em educação;
    • Interfaces multimodais;
    • Avaliação de acessibilidade de tecnologias educacionais;
    • Diretrizes e recomendações de design para a acessibilidade de tecnologias educacionais;
    • Tecnologias assistivas em processos educacionais;
    • Aspectos sociais, motivacionais e afetivos em ambientes computacionais de suporte ao ensino/aprendizagem;
    • Projeto de aprendizagem e abordagens de formalização para apoiar a Aprendizagem Colaborativa com Suporte Computacional (CSCL);
    • Aspectos teóricos, epistemológicos e metodológicos de CSCL;
    • Uso de mídias sociais em cenários de CSCL;
    • Apoio a comunidades de Aprendizagem baseadas na Web com ferramentas CSCL

Trilha 4: Inteligência Artificial na Educação

Coordenadores:Rafael Ferreira Leite de Mello (UFRPE/CESAR School) – Lattes (rflm@cesar.org.br)Filipe Dwan Pereira (UFRR) – Lattes (filipedwan@gmail.com

 São bem vindos artigos que utilizem/apliquem inteligência e/ou adaptação para apoiar a educação. Desta forma, esta trilha inclui os seguintes tópicos, sem estar limitada a eles.:

    • Tutoria inteligente e scaffolding;
    • Sistemas baseados em conhecimento para apoiar a educação (ontologias, taxonomias, neuro-simbólico, etc);
    • Serviços web para apoiar educação (SaaS4Edu);
    • Agentes conversacionais para apoiar a educação (chatbots, pedagogical agents, entre outros);
    • Sistemas adaptativos para apoiar a educação (personalização, recomendação, etc);
    • Mineração de dados, texto e web aplicada à educação;
    • Análise de aprendizagem;
    • Análise de sentimentos aplicada à educação;
    • Representação e análise de discurso aplicada à educação;
    • Manipulando incerteza e múltiplas perspectivas em ambiente educacional;
    • Recuperação da informação para apoio ao professor/estudante;
    • Modelagem de contextos: modelos de aprendizes, facilitadores, tarefas e processos de resolução de problemas;
    • Aplicações educacionais e dados conectados (linked data);
    • Ambientes de aprendizagem inteligentes;
    • Análise de Redes Complexas em Educação;
    • Apoio inteligente à tomada de decisões pedagógicas;
    • Justiça, auditabilidade, transparência e ética de dados educacionais e sistemas inteligentes e adaptativos.

Trilha 5: Tecnologias Digitais para o Desenvolvimento do Pensamento Computacional e da Educação em Computação

Coordenadores:
Chair: Christian Brackmann (IFFar) – Lattes (brackmann@iffar.edu.br), Representante do GIEC
Chair:  Andréa Sabedra Bordin (UFSC) – Lattes (andrea.bordin@ufsc.br

Esta trilha é fruto da convergência entre duas áreas: a Educação em Computação e a Informática na Educação. Recomenda-se fortemente a leitura do artigo “Tecnologias na Educação em Computação: Primeiros Referenciais”, disponível neste link.

Nesta trilha, priorizam-se os trabalhos que se situam na fronteira da Informática na Educação com a Educação em Computação. Esta trilha inclui os seguintes tópicos, sem estar limitada a eles.

    • Tecnologias Digitais no Ensino-Aprendizagem de Disciplinas da Computação;
    • Tecnologias Digitais para o Desenvolvimento do Pensamento Computacional em diferentes níveis;
    • Tecnologias Digitais para Ensino-Aprendizagem de Pensamento Computacional conforme a BNCC;
    • Tecnologias Digitais na Aprendizagem Colaborativa de Computação em diferentes níveis;
    • Tecnologias Digitais na Avaliação da Educação em Computação em diferentes níveis;
    • Tecnologias Digitais para a Computação Criativa;
    • Tecnologias Digitais para a Educação em Computação nas modalidades a Distância e Híbrida;
    • Aspectos Sociais, Humanos e Econômicos das Tecnologias na Educação em Computação;
    • Tecnologias para Inclusão e Diversidade na Educação em Computação e Pensamento Computacional;
    • Objetos de Aprendizagem e REA voltados à Educação em Computação;
    • Tecnologias na Gestão da Educação em Computação;
    • Realidade Virtual, Aumentada e Mista na Educação em Computação;
    • Redes e Mídias Sociais na Educação em Computação;
    • Jogos e Simuladores na Educação em Computação;
    • Tecnologias wireless, Móveis e Ubíquas na Educação em Computação;
    • Interação Humano-Computador na Educação em Computação;
    • Robótica e Cultura Maker na Educação em Computação;
    • Web Semântica e Ontologias na Educação em Computação.

Orientação às Pessoas Autoras

Um artigo de alto impacto no SBIE deve apresentar uma abordagem teórica e empírica com respeito à identificação do problema, o design da solução/investigação, os métodos usados durante a coleta de dados, e uma análise de resultados com base empírica. Recomendamos observar com atenção os procedimentos metodológicos. Para isso sugerimos a leitura dos livros de metodologia editados por nossa comunidade e disponíveis em metodologia.

As submissões deverão ser feitas em uma única etapa e devem ser realizadas no formato exclusivamente digital, em arquivos no formato PDF, através do sistema JEMS. Todas as submissões devem, obrigatoriamente, seguir o modelo para publicação de artigos da SBC. Algumas normas adicionais devem ser observadas:

Os artigos completos deverão ter entre 08 (oito) e 10 (dez) páginas, incluindo tabelas, figuras e excluindo as páginas com referências bibliográficas;

Os artigos resumidos deverão ter entre 04 (quatro) e 05 (cinco) páginas incluindo tabelas, figuras e excluindo as páginas com referências bibliográficas;

Os trabalhos submetidos não devem ter sido publicados anteriormente e nem estar em processo de avaliação ou edição para publicação em outro evento, ou periódico;

Cada artigo deverá ser submetido para apenas uma trilha. Os artigos submetidos para mais de uma trilha serão imediatamente rejeitados.

No artigo não deve constar nenhum tipo de identificação dos autores e instituições. Ao longo do texto, deve-se também ter o cuidado de omitir qualquer tipo de informação que permita a identificação das pessoas autorasdos autores, como nomes de projetos e links. Os artigos que possuírem identificação dos autores serão imediatamente rejeitados.

As submissões que não estiverem finalizadas (com os dados solicitados pelo JEMS e o arquivo correspondente devidamente submetido segundo as regras estabelecidas) serão imediatamente rejeitadas.

Avaliação, Critérios de Revisão e Requisitos para a Publicação

Assim como os artigos devem ser enviados sem identificação das pessoas autorasde autores ou instituições, a revisão será feita por pares sob o sistema blind review, conforme os seguintes quesitos:

1 – Originalidade: Originalidade do tema/solução/abordagem utilizada pelas pessoas autoraspelos autores.

2 – Contribuição: Grau de avanço frente ao estado da arte em Informática na Educação.

3 – Adequação do método científico: O trabalho foi bem-planejado, executado e descrito cientificamente? As pessoas autorasOs autores discutem claramente o método científico e sua escolha em relação a outras alternativas? A metodologia científica foi adequada e eficaz na avaliação do trabalho?

4 – Aderência ao evento e aos tópicos da trilha: O artigo se encaixa ao SBIE? O artigo se encaixa nos temas da trilha? 

5 – Qualidade da escrita, da organização e da apresentação: É fácil de ler e entender? O uso da norma culta da língua portuguesa está correto? O artigo está bem estruturado? O texto está bem encadeado? A formatação está adequada segundo o modelo da SBC? O tamanho do artigo corresponde à chamada? As referências estão completas e segundo as normas?

6 – Referências a trabalhos similares: O artigo realiza uma análise coerente de trabalhos similares? Posiciona sua contribuição frente a estes trabalhos? As referências são atuais e relevantes?

Uma vez aprovado o artigo, para sua publicação, será obrigatório que, durante a realização da sessão, pelo menos uma das pessoas autorasum dos autores do trabalho, preferencialmente aquele que se inscreveu na categoria de apresentador, esteja presente na sessão a qual seu trabalho foi alocado. 

Para viabilizar a participação dos autores, a organização do CBIE 2023 poderá emitir declaração indicando a necessidade de participação do(a) autor(a). Adicionalmente, a organização poderá solicitar aos participantes indicações de melhores datas e horários para a apresentação.

O artigo completo que for aprovado será publicado nos anais do SBIE, desde que:

  1. Pelo menos uma das pessoas autorasum dos autores efetive sua inscrição no evento no prazo indicado, esta inscrição vale para todas as publicações do mesmo autor;
  2. As pessoas autorasOs autores incluam na versão final seus dados (nomes, afiliações e e-mails, bem como demais informações necessárias ao artigo – ex., citações a outros trabalhos das pessoas autorasos autores).
  3. Envio do termo de autorização para publicação.
Os anais do evento estarão disponíveis na plataforma SOL.

Termo de Autorização da Obra

O(s) autor(es) da obra autoriza(m) a SBC a publicá-la conforme os termos da licença Creative Commons Attribution 4.0 International Public License (CC BY 4.0). Dessa forma, fica permitido ao(s) autor(es) ou a terceiros a reprodução, ou distribuição, em parte ou no todo, do material extraído dessa obra, de forma verbatim, adaptada ou remixada, bem como a criação ou produção a partir do conteúdo dessa obra, se forem atribuídos os devidos créditos à criação original. Cópias da obra não devem ser utilizadas de nenhum modo que implique o endosso da SBC.

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